Diretoria de Ensino
Região de São José dos Campos
EE Prof.Alceu Maynard Araújo R.Dos Miosottis,75 - Jardim Motorama
São José dos Campos/SP
CEP 12 224 100
Tel. (012) 3929 5576
maristelarob@bol.com.br
Analise o vídeo abaixo e elabore um texto de no mínimo 05 linhas
Postado e Republicado por Profª Maristela às 21h23
[]
[link]
TEMA:REVOLUÇAO INDUSTRIAL
ANÁLISE DE IMAGEM
Atividade proposta para os alunos das 7ª série da EE Alceu Maynard Araújo
*Assista ovídeo da semanano lado ESQUERDO do Blog (Trecho do filme:Tempos Modernos-Charlie Chaplin)
Responda no comentário:
a)De acordo com a explicação em sala de aula, qual a diferença entre a produção realizada na imagem e e demonstrada no vídeo
Postado e Republicado por Profª Maristela às 21h38
[]
[link]
Tema: Renascimento
O Renascimento Cultural
Mona Lisa de Leonardo da Vinci: uma das obras de arte mais conhecidas do Renascimento
A intensificação do comércio na Europa Medieval, proporcionou no desenvolvimento das cidades, e o surgimento de uma nova classe social a burguesia e na posterior formação das monarquias nacionais. Estas transformações vieram acompanhadas de uma nova visão de mundo, que se manifestou na arte e na cultura de maneira de geral, conhecido como Renascimento.
A cultura medieval se caracterizava pela religiosidade. A Igreja Católica, como vimos, controlava as manifestações culturais e dava uma interpretação religiosa para os fenômenos da natureza, da sociedade e da economia. A esta cultura deu-se o nome de teocêntrica (Deus no centro). A miséria, as tempestades, as pragas, as enchentes, as doenças e as más colheitas eram vistas como castigos de Deus. Assim como a riqueza, a saúde, as boas colheitas, o tempo bom, a fortuna eram bênçãos divinas. A própria posição que o indivíduo ocupava na sociedade (nobre, clérigo ou servo) tinha uma explicação religiosa.
A arte medieval, feita normalmente no interior das Igrejas, espelhava esta mentalidade. Pinturas e esculturas não tinham preocupações estéticas e sim pedagógicas: mostrar a miséria do mundo e a grandiosidade de Deus. As figuras eram rústicas, desproporcionais e acanhadas. Os quadros não tinham perspectiva. Como as obras de arte eram de autoria coletiva, o artista medieval é anônimo.
A literatura medieval era composta de textos teológicos, biografias de santos e histórias de cavalaria. Isto refletia o domínio da Igreja e da nobreza sobre a sociedade.
Essa visão de mundo não combinava com a experiência burguesa. Essa nova classe devia a sua posição social e econômica ao seu próprio esforço e não à vontade divina, como o nobre. O sucesso nos negócios dependia da observação, do raciocínio e do cálculo. Características que se opunham às explicações sobrenaturais, próprias da mentalidade medieval. Por outro lado, era uma classe social em ascensão, portanto otimista. Sua concepção de mundo era mais materialista. Queria usufruir na terra o resultado de seus esforços. E também claro que o comerciante burguês era essencialmente individualista. Quase sempre, o seu lucro implicava que outros tivessem prejuízo.
A visão de mundo da burguesia estará sintonizada com a renovação cultural ocorrida nos fins da Idade Média e no começo da Idade Moderna. A essa renovação denominamos Renascimento.As conquistas marítimas e o contato mercantil com a Ásia ampliaram o comércio e a diversificação dos produtos de consumo na Europa a partir do século XV. Com o aumento do comércio, principalmente com o Oriente, muitos comerciantes europeus fizeram riquezas e acumularam fortunas. Com isso, eles dispunham de condições financeiras para investir na produção artística de escultores, pintores, músicos, arquitetos, escritores, etc.
As conquistas marítimas e o contato mercantil com a Ásia ampliaram o comércio e a diversificação dos produtos de consumo na Europa a partir do século XV. Com o aumento do comércio, principalmente com o Oriente, muitos comerciantes europeus fizeram riquezas e acumularam fortunas. Com isso, eles dispunham de condições financeiras para investir na produção artística de escultores, pintores, músicos, arquitetos, escritores, etc.
Os governantes europeus passaram a dar proteção e ajuda financeira aos artistas e intelectuais da época. Essa ajuda, conhecida como mecenato, tinha por objetivo fazer com que esses mecenas (governantes e burgueses) se tornassem mais populares entre as populações das regiões onde atuavam. Neste período, era muito comum as famílias nobres encomendarem pinturas (retratos) e esculturas junto aos artistas.
Estudo proposto para os alunos do 2F e 2G da EE Alceu M.Araújo.
Elabore 08 questões sobre o texto
Obs: deixe o comentário registrado no link comente (comentários) dessa página .
Lembre-se de colocar nome, número e série
Postado e Republicado por Profª Maristela às 20h45
[]
[link]
TEMA: RENASCIMENTO
ATIVIDADE SUGERIDA PARA 2° ANO DO ENSINO MÉDIO E EJA
ANALISE O VÍDEO ABAIXO E ELABORE UM TEXTO DE NO MÍNIMO 08 LINHAS E NO MÁXIMO 15. FAÇA SEU TEXTO NO EDITOR DE TEXTO (WORD) E DEPOIS POSTE EM COMENTÁRIOS COM SEU NOME, NÚMERO E SÉRIE.
Postado e Republicado por Profª Maristela às 17h05
[]
[link]
Entenda a origem do Carnaval no Brasil e no mundo
A famosa festa, realizada bem antes do nascimento da Igreja Católica, passou por várias transformações e se adaptou à cultura brasileira
por FÁBIO CALVETTI | 01/03/2011 11h 00
“ ... A festa mais popular no Brasil, na verdade, teve início há milhares de anos na Antiguidade. Mas se não tinha samba e nem mulatas na avenida, a folia sempre estava presente entre hebreus, romanos e gregos. Eram grandes festejos pagãos, cheios de comida e bebida, para comemorar colheitas e louvar divindades e ocorriam entre novembro e dezembro.
Na Idade Média, a Igreja decidiu incorporar as antigas festividades ao seu calendário. O Carnaval então passou a corresponder aos últimos dias antes das limitações impostas pela Quaresma (os famosos 40 dias sem carne até a Páscoa). Era a última chance de ter o prazer de um suculento bife antes das privações até a Sexta-feira Santa. A festa foi se desenvolvendo e, no século XIII, começaram a surgir os bailes de máscara, principalmente na Itália. Eram as primeiras fantasias de Carnaval, totalmente restritas à nobreza.
A partir do século XIX, as máscaras e fantasias se popularizaram e fizeram parte das festas por toda a Europa. Os personagens que mais davam o que falar eram o Pierrô, o Arlequim e a Colombina (da commedia dell’arte italiana), presentes ainda hoje na festa popular.
E no Brasil? O Carnaval foi comemorado por aqui desde a chegada dos portugueses. No século 17, por influência dos nossos conterrâneos, as celebrações resumiam-se ao entrudo. Nesta época, era uma bagunça, feita principalmente por escravos, com direito a guerras de água, farinha e limões de cheiro.
A pintura Cena de Carnaval, de Jean Batiste Debret, retrata como eram os entrudos no Brasil durante o século XVII.
A festa só evoluiu no país no século XIX, quando as classes mais ricas daqui, atiçadas pelos europeus, entraram na brincadeira do Carnaval dentro de salões. Mas nada de samba surgir ainda. "Nesta época, cantava-se de tudo no Carnaval. Até Ópera", afirma o historiador André Diniz, autor do livroAlmanaque do Carnaval. "A primeira marchinha foi feita em 1899, por Chiquinha Gonzaga, para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro: Ó abre alas. Depois da gravação do sambaPelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida, em 1917, este gênero começa a ganhar espaço no carnaval carioca."
A popularização do samba e das marchinhas, através de compositores como Braguinha, Haroldo Lobo e Lamartine Babo, tornaram a festa num sucesso entre a população na década de 1920. É aí que entra um famoso personagem de nossa história: Getúlio Vargas – esse você já conhece de outros Carnavais. O então presidente percebe o apelo do ritmo e decide aproximá-lo ainda mais da população para torná-lo identidade nacional.
"O estado passou a organizar o Carnaval, dando licença para os desfiles e investindo nas escolas de samba. Getúlio pegou a onda da consolidação do samba, aproximando sua política de construção do Estado Nacional das manifestações populares", explica Diniz. Daí para o samba e o Carnaval crescerem, ganharem um sambódromo e se tornarem identidades nacionais foi um pulo (de folia).
Postado e Republicado por Profª Maristela às 09h56
[]
[link]
ATIVIDASDE PROPOSTA PARA OS ALUNOS DO 1ºF e 1ºG
EE ALCEU MAYNARD ARAÚJO
PESQUISA A RESPOSTA CORRETA E ANOTE A PERGUNTA E A RESPOSTA NO LINK COMENTÁRIO
01. (SANTA CASA) O período do Cativeiro da Babilônia (586 - 539 a. C.) foi importante na evolução da religião hebraica, pois, graças ao contato com os neobabilônios, os judeus:
a) passaram a conceber Jeová como identificado com seus problemas sociais; b) ficaram imbuídos de concepções animistas, adorando as forças da Natureza; c) adoraram a idéia do fatalismo e do caráter transcendental de Deus; d) abandonaram práticas ligadas à magia, como por exemplo, a necromancia; e) conceberam Jeová em termos antropomórficos, inclusive com qualidades próprias dos homens.
02. (MAUÁ - LINS) Qual foi a contribuição da civilização fenícia para a cultura e a tecnologia das civilizações orientais?
03. (FUVEST) Qual foi a principal atividade econômica desenvolvida pelos fenícios e cretenses na Antigüidade? Indique duas justificativas.
04. Sobre a Palestina é correto afirmar: I. Embora a Palestina tenha sido teoricamente dividida entre as tribos hebraicas, a tribo de Levi, por ser destinada às funções sacerdotais, não possuía um território específico.
II. As lutas ofensivas e defensivas contra os povos que haviam se instalado na Palestina levavam os hebreus à unificação política.
III. A historiografia moderna admite que os poderes dos juízes hebreus restringiam-se a pequena parte da Palestina e não ao país em sua totalidade.
a) Se I, II e III forem corretas. b) Se I, II e III forem incorretas. c) Se apenas I e II forem corretas. d) Se apenas I e III forem corretas. e) Se apenas II e III forem corretas.
06. Sobre os fenícios é correto afirmar: I. As cidades-Estado fenícias são consideradas a mais progressista forma de organização do Estado existente na Antigüidade Oriental. II. A religião fenícia foi monoteísta, a exemplo dos hebreus. III. A grande contribuição dos fenícios para as civilizações posteriores foi a invenção do alfabeto fonético, criado por interesses comerciais.
a) I, II e III estão corretas. b) I, II e III estão incorretas. c) Apenas I e II estão corretas. d) Apenas I e III estão corretas. e) Apenas II e III estão corretas.
07. (OSEC) Os fenícios dedicavam-se primordialmente ao comércio marítimo porque:
a) era grande seu excedente agrícola; b) sua organização militar lhes garantia o domínio dos mares; c) sua localização geográfica os induzia a isso; d) sua organização política era fortemente centralizada; e) sua atividade militar lhes proporcionava numerosos escravos para atuar nas galeras como remadores.
Postado e Republicado por Profª Maristela às 19h02
[]
[link]
TRABAHANDO COM CHARGES.
ATIVIDADE PROPOSTA PARA ALUNOS DO 3ºEM.
NO LINK COMENTE: REGISTRE UM TÍTULO PARA A CHARGE APRESENTADA E
ELABORE UM COMENTÁRIO SOBRE
O ASSUNTO ABORDADO PELO AUTOR.
Postado e Republicado por Profª Maristela às 10h34
[]
[link]
TEMA: PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
Atividades propostas para os alunos do 3E e 3F da EE Alceu M.Araújo
OBS: DEIXE SUAS RESPOSTAS COM NOME, NÚMERO, SÉRIE E NOME DA ESCOLA EM COMENTÁTIOS
01.Observe a imagem e responda a questão proposta.
a)A Primeira Guerra Mundial ficou conhecida como guerra de trincheras. Entretanto essa guerra resultou na morte de milhares de pessoas incluindo civis na cidade e no campo. Explique o que foram as trincheiras, qual o objetivo e por que morreram milhares de civis durante essa guerra.
02.Observe o mapa e responda:
a)Quais países formaram a tríplice aliança e a tríplice Entente?
b)Como foi a participação dos EUA na Guerra ? Aponte o principal motivo.
03- Leia estes trechos de depoimentos de ex-combatentes da Primeira Grande Guerra:
“Uma certa ferocidade surge dentro de você, uma absoluta indiferença para com tudo o que existe no mundo, exceto o seu dever de lutar. Você está comendo uma crosta de pão, e um homem é atingido e morto na trincheira perto de você. Você olha calmamente para ele por um momento e continua a comer o seu pão. Por que não? Aqui desapareceu para sempre o cavalheirismo. Como todos os sentimentos nobres e pessoais, ele teve de ceder o lugar ao novo ritmo da batalha e ao poder da máquina. Aqui a nova Europa se revelou pela primeira vez no combate.”
(Citados por EKSTEINS, Modris. "A sagração da primavera". Rio de Janeiro: Rocco, 1992.)
Com base na leitura desses trechos, é CORRETO afirmar que o impacto dessa guerra a) acelerou o processo de libertação das colônias afro-asiáticas, que se tornaram Estados independentes a partir de então. b) deu origem a um influente movimento contra as guerras, que criou uma ordem internacional pacífica. c) levou ao fortalecimento e consolidação dos regimes liberais já existentes, além de contribuir para o surgimento de novas democracias. d) provocou uma crise nos valores dominantes até então, gerando descrédito em relação ao humanismo e ao racionalismo.
Postado e Republicado por Profª Maristela às 12h55
[]
[link]
Civilizações Antigas - Mesopotâmia
ATIVIDADE PROPOSTA PARA O 1ºF ,1ºG e 9A
Leia o texto e responda as atividades propostas no comentário, REGISTRANDO NOME NÚMERO E SÉRIE.
A região entre os rios Tigre e Eufrates foi o berço de diversas das civilizações desenvolvidas ao longo da Antigüidade. O aparecimento de tantas culturas nessa região é usualmente explicado pela fundamental importância dada aos regimes de cheias e vazantes que fertilizavam as terras da região. Ao longo desse processo, sumérios, assírios e acádios criaram vários centros urbanos, travaram guerras e promoveram uma intensa troca de valores e costumes.
Segundo alguns estudos realizados, a ocupação dessa parcela do Oriente Médio aconteceu aproximadamente há 4000 a.C., graças ao deslocamento de pequenas populações provenientes da Ásia Central e de regiões montanhosas da Eurásia. Cerca de um milênio mais tarde, os povos semitas também habitaram essa mesma região. Já nesse período, a Mesopotâmia possuía um expressivo conjunto de cidades-Estado, como Nipur, Lagash, Uruk e Ur.
Essas primeiras cidades são parte integrante da civilização sumeriana, tida como a primeira a surgir no espaço mesopotâmico. Dotadas de ampla autonomia política e religiosa, essas cidades viveram intensas disputas militares em torno de regiões férteis da Mesopotâmia. Nesse meio tempo, os semitas foram ocupando outras áreas onde futuramente nasceriam novos centros urbanos. Entre as cidades de origem semita, damos especial destaque a Acad, principal centro da civilização acadiana.
Nesse período de disputas e ocupações podemos observar riquíssimas contribuições provenientes dos povos mesopotâmicos. Entre outros pontos, podemos destacar a criação de uma ampla rede comercial, códigos jurídicos, escolas, conhecimentos matemáticos (multiplicação e divisão), princípios médicos, a formulação da escrita cuneiforme e a construção dos templos religiosos conhecidos como zigurates. Por volta de 2350 a.C., os acadianos, liderados por Sargão, dominaram as populações sumerianas.
Em 1900 a.C., a civilização amorita – povo de origem semita – criou um extenso império centralizado na cidade de Babilônia. Hamurábi (1728 – 1686 a.C.), um dos principais reis desse império, foi responsável pela unificação de toda a Mesopotâmia e autor de um código de leis escritas conhecido como Código de Hamurábi. Esse conjunto de leis contava com cerca de 280 artigos e determinava diversas punições com base em critérios de prestígio social.
Por volta de 1300 a.C. o Império Babilônico entrou em decadência em resultado da expansão territorial dos assírios. Contando com uma desenvolvida estrutura militar, esse povo ficou conhecido pela violência com que realizavam a conquista de outros povos. As principais conquistas militares do Império Assírio aconteceram nos governos de Sargão II, Senaqueribe e Assurbanipal. Com o passar do tempo, esse opulento império não resistiu às revoltas dos povos por eles mesmos dominados.
No ano de 612 a.C., os caldeus empreenderam uma vitoriosa campanha militar que deu fim à hegemonia dos assírios. A partir dessa conquista ficava registrada a formação do Segundo Império Babilônico ou Neobabilônico. O auge desta nova hegemonia na Mesopotâmia ficou a cargo do Imperador Nabucodonosor II. Em seu governo, importantes construções, como a Torre de Babel e os Jardins Suspensos, representaram o notável progresso material dessa civilização.
Em 539 a.C., durante o processo de formação do Império Persa, os babilônios foram subordinados aos exércitos comandados pelo imperador Ciro II. Essa conquista assinalou o fim das grandes civilizações de origem mesopotâmica que marcaram a história da Antigüidade Oriental.
fonte:
Por Rainer Sousa Graduado em História Equipe Brasil Escola
01. (CARLOS CHAGAS-BA) A agricultura da Mesopotâmia, das mais importantes da Antigüidade, caracterizava-se: a) Pelo ritmo da produção em função das cheias do rio Nilo. b) Pelo emprego do trabalho animal, especialmente do cavalo e do camelo. c) Pelo uso de uma tecnologia mais sofisticada, com emprego de adubos minerais. d) Pelo alto índice pluviométrico, que favorecia constantemente as colheitas. e) Pela fertilidade do solo associada à quantidade de mão-de-obra usada.
02. (Fuvest-SP) A escrita cuneiforme dos mesopotâmicos, utilizada principalmente em seus documentos religiosos e civis, era: a) semelhante em seu desenho à escrita dos egípcios. b) composta exclusivamente de sinais lineares e traços verticais. c) uma representação figurada evocando a coisa ou o ser. d) baseada em grupamentos de letras formando sílabas.
03. (Osec-SP) Se um homem negligenciar a fortificação de seu dique, se ocorrer uma brecha e o cantão inundar-se, o homem será condenado a restituir o trigo destruído por sua culpa. Se não puder restituí-lo, será vendido, assim como os seus bens, e as pessoas do cantão de onde a água levou o trigo repartirão entre si o produto da venda. Essa texto faz referência: a) à doutrina de Zoroastro e a seu livro Zend-Avesta. b) à Lei de Talião e ao Código de Hamurábi. c) ao Livro dos Mortos. d) à Sátira das Profissões. e) ao Hino ao Sol, de Amenófis IV.
04. (EFCA-MG) A mais antiga coleção de normas penais econômicas e civis passou à História da Mesopotâmia com o nome de: a) Código de Hamurábi. b) Alcorão. c) Código de Drákon. d) Lei das Doze Tábuas. e) Código de Justiniano.
05. (Fuvest-SP) O modo de produção asiático pode ser caracterizado exceto por: a) poder político centralizado, teocrático e sociedade estamental. b) economia agropastoril, sujeitas às condições geoclimáticas, incluindo o chamado Crescente Fértil. c) organização fortemente marcada pela religiosidade que, por vezes, contribuiu até mesmo para a centralização política. d) domínio da religião monoteísta na constituição do Império Persa. e) traços de originalidade fenícia, pela descentralização política das cidades-estados e economia voltada para o comércio marítimo.
e) uma tentativa de representar os fonemas por meio de sinais.
Postado e Republicado por Profª Maristela às 10h15
[]
[link]
Tema:Imperialismo e Neocolonialismo
Atividade proposta para os alunos do 3D e 3E do EM - EE Alceu M. Araújo.
Obs: registre sua resposta no link - comente (no final dessa MENSAGEM) identificando-se com nome, série e escola
1)Observe o mapa e relacione a Partilha da África, a teoria do Darvinismo Social e a situação política e econômica da África atualmente.
2)De acordo com o mapa acima apresentado, quais potências européias possuiram:
a) maior área de dominação e exploração na África.
b)menor área de dominação e exploração na África.
Postado e Republicado por Profª Maristela às 01h13
[]
[link]
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Postado e Republicado por Profª Maristela às 12h52
[]
[link]
TEMA: ILUMINISMO
Em meados do século XVII, uma nova corrente de pensamento começou a tomar conta da Europa, o chamado movimento iluminista.Nesse mesmo período surgiram estudos no campo das ciências da natureza que também irão influenciar profundamente o pensamento iluminista.
Os pensadores iluministas acreditavam que o pensamento racional deveria ser levado adiante substituindo as crenças religiosas e o misticismo, que, segundo eles, bloqueavam a evolução do homem.O homem deveria buscar respostas para as questões que, até então, eram justificadas somente pela fé.
Um dos primeiros pensadores influenciados por esse conjunto de idéias foi o britânico John Locke.
John Locke
Segundo Locke, o homem teria alguns direitos naturais como a vida, a liberdade e a propriedade. No entanto, os interesses de um indivíduo perante o seu próximo poderiam acabar ameaçando a garantia de tais direitos. Foi a partir de então que o Estado surgiria como uma instituição social coletivamente aceita na garantia dos direitos de todos.
No capítulo "Do Pátrio Poder", John Locke escreve:
O objetivo do governo é o bem dos homens. E o que é melhor para eles? Ficar o povo exposto sempre a vontade ilimitada da tirania, ou os governantes terem algumas vezes de sofrer oposição quanto exorbitam no uso do poder e o empregarem para a destruição e não para a preservação das propriedades? (1978, p. 59).
Montesquieu
No ano de 1748, a obra "Do espírito das leis", o filósofo Montesquieu defende um governo onde os poderes fossem divididos. O equilíbrio entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário poderia conceber um Estado onde as leis não seriam desrespeitadas em favor de um único grupo. A independência desses poderes era contrária a do governo absolutista, onde o rei tinha completa liberdade de interferir, criar e descumprir as leis.
Rousseau
Ao defender que todos os homens nascem livres, e a liberdade faz parte da natureza do homem, Jean-Jacques Rousseau, inspirou todos os movimentos que visavam uma busca pela liberdade. O apogeu do iluminismo foi atingido no século XVIII, e, este, passou a ser conhecido como o Século das Luzes. Seu lema: Liberdade, igualdade e fraternidade. Também teve influência em outros movimentos sociais como na independência das colônias inglesas na América do Norte e na Inconfidência Mineira, ocorrida no Brasil.
Postado e Republicado por Profª Maristela às 19h19
[]
[link]
FONTE: APOESP - REVISTA DA EDUCAÇÃO
BIBLIOGRAFIA PARTE GERAL /PEBII
Postado e Republicado por Republicado por Maristela às 18h37
[]
[link]
1.OLIVEIRA, MARTA K. DE. VYGOTSKY: APRENDIZADO E DESENVOLVIMENTO; UM PROCESSO SÓCIO-HISTÓRICO. 4. ED. SÃO PAULO: SCIPIONE,1997.
Palavras-chave: mediação, internalização, intrapessoal, maturacionista, ZPD – Zona de desenvolvimento proximal
A professora Marta Kohl de Oliveira, neste livro, ressalta importantes pontos na teoria de Vygotsky:
- “o homem biológico transforma-se em social por meio de um processo de internalização de atividades, comportamentos e signos culturalmente desenvolvidos”
- a obra de Vygotsky é apenas um esboço de um projeto;
- um grande problema na área da educação no Brasil é a tentativa de se estabelecer uma proposta pedagógica única, baseada numa idéia de escolha da melhor teoria, principalmente nos confrontos entre as teorias de Vygotsky e Piaget.
E a autora considera, ainda, que estes autores nos trazem uma enorme contribuição, destacando que a melhor forma de atuação será a de compreender o melhor possível cada abordagem para que haja um real aprimoramento da reflexão sobre o objeto a ser estudado.
Vivemos hoje um momento em que as ciências em geral, e as ciências humanas em particular, tendem a buscar áreas de intersecção, formas de integrar o conhecimento acumulado, de modo a alcançar uma compreensão mais completa de seus objetos. A interdisciplinaridade e a abordagem qualitativa têm, pois, forte apelo para o pensamento contemporâneo.
Do mesmo modo, a idéia do ser humano como imerso num contexto histórico e a ênfase em seus processos de transformação também são proposições muito importantes no ideário contemporâneo.
A discussão do pensamento Vygotsky na área da educação e da psicologia nos remete a uma reflexão sobre as relações entre este autor e Piaget.
No Brasil, Piaget tem sido a referência teórica básica nessas áreas e a penetração das ideias de Vygotsky sugere, inevitavelmente, um confronto entre as teorias dos dois autores.
Postado e Republicado por Republicado por Maristela às 18h34
[]
[link]
Eles nasceram no mesmo ano de 189), mas Vygotsky teve uma vida muito mais curta: Piaget faleceu quase cinqüenta anos depois de Vygotsky. Vygotsky chegou a ler e discutir, em seus textos, os dois primeiros trabalhos de Piaget (A linguagem e o pensamento da criança, de 1923, e O raciocínio na criança, de 1924). Piaget, por outro lado, só foi tomar conhecimento da obra de Vygotsky aproximadamente 25 anos depois de sua morte, tendo escrito o texto “Comentários sobre as observações críticas de Vygotsky”, como apêndice à edição norte-americana de 1962 do livro Pensamento e linguagem, de Vygotsky.
Postado e Republicado por Republicado por Maristela às 18h34
[]
[link]